2
– Primeiras noções. Um dia, ouve falar alguma coisa, assiste a uma ou
duas reuniões e quer saber mais.
3 –
Fortes suspeitas de ser portador. Lê os livros sobre TDAH, responde aos
critérios diagnósticos do livro e acha-se portador. Cria esperanças ao pensar
que achou a resposta. Vai procurar o médico especializado e aí... a porca torce
o rabo.
4 –
Diagnóstico certo. Este é um dos primeiros pontos críticos. A fase do
diagnóstico é cheia de riscos. Se o médico conhece o TDAH de verdade, já tem
experiência de tratamento, está atualizado, então estamos no caminho. Ele
identificará possíveis comorbidades. Se ele conhece mesmo o TDAH, talvez até
descubra que você não seja portador.
Nenhum comentário:
Postar um comentário