Em 1980 pela primeira vez a Associação Americana de Psiquiatria falou na possibilidade da persistência do TDAH na vida adulta;
Os sintomas vão se modificando, mas a essência do transtorno continua a mesma;
Ao longo da vida se desenvolvem estratégias para administrar as dificuldades;
A hiperatividade diminui, mais a desatenção continua;
Em casos mais complicados, com co-morbidades o TDAH deixa de ser o foco do tratamento;
Os sintomas são os mesmos descritos na infância, porém em menor número;
Tem que apresentar prejuízos de algum modo na vida do indivíduo;
Os sintomas tem que estar presentes desde a infância.
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